quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Aldeia veio à cidade!!!!

A Aldeia veio à cidade!!!!

Já veio há uns dias, é bem verdade, mas tenho tido algumas dificuldades em carregar as fotos no nosso blog. Em carregar... e em escolher, porque são mais que muitas. Hoje vou optar por deixar as fotos falarem por elas...

O cartaz das mesas em que se distribuíram os presentes pelas mesas redondas. As mesas contavam a história da vinda à cidade, partindo da Portela do Vento ou do Governo, do Ti Firmino ou da Dorroda, apanhando a carreira da Adelino Pereira Marques ou dos Claras, ou ainda a automotora na Lousã, chegando à Rua Andrade ou à Rua da Palma, ou a Santa Apolónia, levando no Cabaz a bola (lê-se bôla para os menos conhecedores do dialecto local), a broa e o queijo...


Em qualquer almoço há a secção das fotos das mesas...



Bruno... elas ficaram tão bem nesta...




E neste dia ele voltou a ser só para Lucinda... miminho de mãe é tão bom!









Vá lá, Ti Maria, olhe lá para a fotografia para mostrar como continua bonita...








Alguns "estrangeiros" são adoptados por nós. E depois... trazem amigos! O Grande e o Pelicano.


O cartaz de animação para a tarde foi variado. O momento do fado: Rui Farlens, a estrela internacional da Roda Fundeira


Catarina Doura, a (muito) jovem revelação, que deixou a sala a sorrir


Marcelo Costa, uma voz quente e límpida, que encheu o coração de fado a toda a sala.


E ainda, não menos importantes, na guitarra Nuno Castro e na viola Fábio Silva. Responsável pelo som deste dia, Roberto Coelho.


 Eles a tentarem respeitar o momento de fado... "já podemos fazer barulho outra vez?... E agora?... já está?..."


Cantámos os parabéns aos aniversariantes desta semana, a Lena, o Tiago e a Maria José.... mas faltou a Rita Tomás!!!!



Os nossos barmans, que se fartaram de trabalhar nesta festa...



E o cozinheiro, o Chef Afonso! Passava das 15h00 quando ele provou a comidinha...


Os acordeonistas: Hugo Fonseca e Bruno Fonseca, que trouxeram, com um toque de modernidade, as modas tradicionais das nossas aldeias ao salão de baile. E até se comprometeram a investigar o fado corrido para uma próxima ocasião...



"E agora, o que é que fazemos?"

 


A roda do fado. Houve quem quisesse mandá-lo... mas ele tinha vontade própria.



Relva da Mó!!!!!!! Perdi a conta ao número de vezes que se ouviu este grito durante o almoço. Parece que se planeia uma tomada da Roda Fundeira por um independente da Relva da Mó...


O jogo em ecran gigante...


 Enquanto tudo à volta continuava no seu próprio ritmo...



Mais um dos momentos da tarde: as coreografias do grupo com os Mixórdia Dançante... e com os intrusos que os quiseram ir acompanhando!



O comboio toda a gente sabe fazer!


 

Ao fim do dia o espírito continuava como se estivéssemos lá... na Eira Nova... Ou como se a aldeia tivesse vindo até à cidade e não fosse dia de trabalho depois de amanhã.



Mais em Agosto.
Um abraço!

domingo, 19 de maio de 2013

Último dia de reservas - A Aldeia vem à cidade!

Hoje é o último dia para inscrições!!! Use os contactos do cartaz.... Ou não poderemos contar consigo para a carne de porco à alentejana, do Chefe Afonso, para as cantorias e bailaricos da parte da tarde, para os petiscos...


Ligue para o seu amigo do costume e reserve!

Vê-mo-nos no sábado!
Até já.

terça-feira, 14 de maio de 2013

A aldeia vem à cidade a 25 de Maio... eu vou. E você?

Demorava oito ou nove horas a chegar a Lisboa, a camioneta da carreira. Vinha aos solavancos, com cestas e embrulhos, com cheiros fortes e acres ou simplesmente demasiado doces, misturados num ar quente e fechado. Contido. Contido de lágrimas, de emoções, de medos e de esperanças.... Mas vinha. 

Hoje fazemos a viagem em três horas e meia. Vá, cumprindo minimamente os limites de velocidade, faz-se. Espera-nos uma aldeia cheia de outros como nós, que se sentem a ela ligados mas que não estão lá. Já não encontramos os campos todos semeados, nem o movimento de rebanhos de gado, ou os mil rostos que nos conheciam e que esperávamos não esquecer ou trocar da próxima vez. Espera-nos um silêncio de histórias. Das nossas histórias.

Não chegam as vezes que vamos lá durante o ano. Porque as viagens são caras não vamos mais. Porque os ritmos são outros e muitos para conjugar, não vamos mais. Mas gostamos de ir. De nos vermos. De contarmos as mesmas piadas de tantas outras vezes, com a mesma graça (ou falta dela) dessas mesmas vezes. E somos dois, quatro, seis, dez num almoço em casa de alguém, mas falta o ar e o ambiente e a confusão boa da nossa terra. É bom... mas falta qualquer coisa. 

A aldeia vem à cidade no dia 25 de Maio. É já ali, na realidade. Precisamos de saber quantos de vós se querem juntar connosco. Precisamos de saber quantos amigos vêm. Daqueles que importunamos há anos com "hi! nas férias nem te digo!!!! o que a gente por lá fez!!!!" ou "e os mergulhos??? a água é gladinha, mas sabem tão bem naquele calor...." ou ainda "é pá, fizemos um petisquinho lá em casa... bem, até se lamberam os dedos! Depois no outro dia alguém coseu broa e lá tivemos de ir fazer o controlo de qualidade com um queijito...e um tintito... e uma filhosita..." e de quem bebemos a a inveja que lhes fica a cada sorriso nosso...

Até dia 19 precisamos saber quantos somos, para organizar um almoço da Roda Fundeira e da Relva da Mó. Dos que lá nasceram e dos que renascem por lá de vez em quando. Inscrevam-se. Venham.

Até já!