sexta-feira, 18 de abril de 2014

Boa Pascoa!!

Meus amigos...

As novas tecnologias e a nossa terra... Tinha preparado um post sobre o almoço típico da sexta-feira Santa....mas é difícil apanhar rede na aldeia e vir à Serra implica esquecer coisas lá em baixo. Terça-feira recupera-se a normalidade Lisboeta....

Por agora, sem filhós de chila....

BOA PÁSCOA!!!

Um abraço.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Herdade de Alvares - Forais e sua História

Amigos da Roda Fundeira e Relva da Mó,
Hoje temos o prazer de vos apresentar uma obra feita por gente da nossa terra, que fala da nossa História e que certamente ficará na história!

Deixo-vos a mensagem da Comissão Organizadora das Comemorações dos 500 anos de doação do Foral Manuelino a Alvares, a qual a Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira tem o prazer de integrar.

Leiam e reservem... o livro, e o dia para a festa! Este ano é em graaaaande!!!

Caros conterrâneos / Caros parentes,
No âmbito das comemorações dos Forais da antiga Herdade de Alvares - 500 Anos do Foral Manuelino e 733 Anos do Primeiro Foral - está a ser editado um Livro, de capa dura, com cerca de 250 páginas a cores, muito rico de imagens, com factos e dúvidas sobre a nossa bela região. A sua apresentação terá lugar dia 4 de Maio em Alvares, aquando das comemorações dos 500 Anos do Foral Manuelino. O programa do evento de dia 4 de Maio, em Alvares tem início às 10:00 com uma arruada, seguindo-se, às 11:00 missa na Igreja de S. Mateus, terminando com um almoço volante para os presentes. Antes, dia 3 Maio, pela manhã, irá ser realizado um passeio BTT, pela nossa bela região, com muitas descidas e poucas subidas, com início junto ao Casal Novo e terminando com almoço na Chã de Alvares, passando pelo Machio (só para os mais resistentes).

A denominada Herdade de Alvares abrangia a actual freguesia de Alvares e partes das actuais freguesias de Portela do Fojo e Machio e também parte da Freguesia de Pessegueiro.

Certos que esta obra será do vosso interesse e de forma a possibilitar a edição de um número de exemplares ajustado às reais necessidades, decidiu a Comissão Organizadora das Comemorações dos Forais da Herdade de Alvares, possibilitar a Pré-reserva do referido livro, incluindo também um desconto nesta fase e até 10 de Abril 2014.

Para efectuar a pré-reserva do Livro deverá ser enviado cheque ou Vale Postal no valor de 25,00 Euros, para a Junta de Freguesia de Alvares, Rua Dr. Jaime Rebelo da Costa Arnaut, 5 - 3330-140 Alvares e fazer a confirmação do referido envio por e-mail (jfalvares@sapo.pt) ou telefone (235587384).

A Comissão Organizadora das Comemorações agradece a divulgação desta informação a outros possíveis interessados!

Um Abraço!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

500!

500 é um número bonito. É redondo. Cheio. Imponente. Grande. Importante.

Em anos, representa muita vida. Muito nascimento, muita morte, muito casamento, muito trabalho. Muita decisão, muita lei, muita disputa, muito consenso. 

Muita união e muito afastamento. Muita indecisão. Muito deixar para depois. Muito "já vemos". Muito "um dia". Muito "já não".

Representa muito. De bom, de mau, de assim-assim, de nem-por-isso.

Este 500 é um número bonito. Guarda nele muita coisa. Guarda dele muita vida. A vida da nossa região. A nossa vida.

Tenho aqui dito que este ano é de festa. É de muitas festas!!! Comemora-se este ano os 500 anos da doação do Foral Manuelino à Herdade de Alvares. 

Esta é a imagem das comemorações: a ponte Manuelina reflectida sobre as águas ribeirinhas, as estrelas do brasão da Quinta dos Padrões. A Herdade de Alvares era imensa. De campos e de gentes. De vontades.

Vamos festejar?

Um abraço!
PS - Nós, na Roda Fundeira, temos um ano em cheio: 500 anos da doação do Foral à Herdade de Alvares e 80 anos da nossa Comissão de Melhoramentos... promete!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Teimosias, escreveu ele!

Gosto de encontrar pessoas novas, interessantes, inteligentes. Gosto quando essas pessoas são também motivadas e se empenham nas mesmas causas que eu, quando podemos debater assuntos diferentes, quando aprendo alguma coisa.

Não sei de heráldica, de brasões, dos significados. Mas esta semana aprendi umas coisas...

Este é o brasão da nossa freguesia. De todas as pertencentes ao concelho de Góis, a de Alvares é a única que tem quatro torres no seu brasão, à semelhança de Góis.

A lei é de 4 de Abril de 1930. Por parecer compulsório da secção de heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, a Direcção Geral da Administração Pública obrigou as comissões administrativas das Câmaras Municipais a legalizar os brasões dos municípios, que já existiam, mas que careciam de ser sistematizados e oficializados. Ou mesmo actualizados, dada a disparidade entre a data da sua criação(alguns com centenas de anos) e a evolução que a região sofrera entretanto.

A regra em vigor é de que freguesias urbanas ou povoações simples sejam representadas por uma coroa mural de três torres. Quatro torres indicam uma vila, como é o caso de Alvares.

As cidades, pela sua grandeza, serão representadas com cinco torres na sua coroa mural que será de prata ou, no caso da capital do país, de ouro. De resto, tudo tem significado: cor, forma, partição do fundo, elementos colocados...

Seguindo o link que me foi enviado sob o título bem-humorado "Teimosias", Vexiloloxia e Heráldica Portuguesas (Wikipedia, artigo revisto) descobri que a heráldica portuguesa tem sido utilizada, pelo menos, desde o séc. XII (11...), mas, surpresa das surpresas, tem os seus fundamentos mais claros no reinado de D. Manuel I. E este rei já me diz qualquer coisa...

Lembro-me de gostar muito da disciplina de história, nos tempos de escola, mas isso já foi há muito tempo. Lamentavelmente, nas limpezas de primavera, o meu cérebro lá terá arrumado o conjunto de conhecimentos que adquiri na altura (que adquiri! os meus testes assim o comprovavam!) numa qualquer gavetita mais fundeira a que acedo com dificuldade. Pouco me lembro, confesso. 

Para escrever esta crónica (e mais uma ou duas coisitas que serão surpresa) li um pouco sobre o reinado de D. Manuel I, O Venturoso. Teve a sorte (?) dos tempos serem bem diferentes dos actuais e governou Portugal em franca expansão marítima, em tempos de riqueza e opulência. Mas, pelos registos, não se limitou a esbanjar a riqueza que crescia quase sem esforço: organizou, planeou, legislou. Reformulou. Renovou. Deu força e estabeleceu bases comuns ao já existente, definiu, para que todos se entendessem. E permitiu e potenciou o crescimento.

D. Manuel I, O Venturoso. Tenho a impressão que vos vou continuar a falar dele...

E, uma questão se levanta - o brasão de Alvares ostenta uma coroa mural de quatro torres, equiparável, na nossa região, à de Góis. Acrescento, de sobrolho franzido, em ar intrigado... huuuummmm!?!

Obrigada, JBH!!!!

Um abraço.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Foi Carnaval, nínguem leva a mal o... Roddeon!!!


Nos últimos anos temo-nos habituado ao Corso Carnavalesco da Roda Fundeira. Este ano, não houve... Mas começámos o ano em festa e ainda não vos mostrámos a respectiva reportagem. E, pegando no título, foi Carnaval, ninguém leva a mal que falemos antes daquele que baptizámos como Roddeon!... 

Precisar o número de anos há que não fazia a passagen de ano na Roda Fundeira seria um exercício de memória algo trabalhoso. Lembro-me, no entanto, de andar a pintar madeixas azuis e douradas pelos convivas que se juntaram na Eira Nova, independentemente do credo, idade ou cargo na Comissão de Melhoramentos....acho que o Ti Albino só se escapou pela falta do que pintar. Porque lá rir-se da animação, bem que se riu!

Quando, este ano, tudo se começou a encaminhar para nos juntarmos lá... Foi À última da hora, mas foi!

Éramos 3 famílias, ou seja, 20 pessoas. Pouquitos, como de costume, para começar. Depois envolvemos os restantes aldeões, no vedadeiro espírito rodafundeirense: boa comida, boa bebida e a melhor animação!

Ficam as fotos. A missa e leilões da festa do 1º de janeiro, em Honra de Nosso Senhor dos Aflitos, Padroeiro da aldeia. Anunciaram-se os mordomos para o ano de 2014, Prazeres Hemriques e António Lopes.




A preparação para a noite, que se previa longa, cada um a seu modo...levámos e fizemos tudo, pelo que houve quem ficasse mais 5 ou 10 minutitos na cozinha e não aparecesse tanto nas fotos...




  

O banquete foi variado, mas pouco tradicional...leitão assado e bacalhau com natas, resmas de entradas variadas: salgados deliciosos, pães variados, queijos... E, claro, tudo bem regado...




Conseguimos que sobrasse uma ou duas, que reverteram a favor da Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira...







Com a diferença de fuso horário, gritámos ''feliz 2014'' às 00:03. Só porque antes tínhamos de cantar o hino nacional. E continuámos a cantoria pela noite adentro, com os do costume, os mais reservados, e até com grandes surpresas com direitos de autor ainda a negociar para podermos revelar tudo aqui. O que é certo é que, como a Missa e os leilões estavam feitos, ninguém precisou de se levantar muito cedo no dia seguinte. E nem o frio gelado, daquele que nos deixa contar os ossos, desmotivou. Foi bom!

Terrível foi ter de voltar no dia um, a viagem cada vez mais curta, mas de regresso de festa...


Fica o registo do início dos convívios deste ano que se quer memorável pela comemoração dos 80 anos da Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira. Foi uma iniciativa particular, é certo, mas fomos 26 a trazer vida à casa de convívio. Honrámos assim quem teve a ideia peregrina de a construir, e quem trabalhou para a manter ao longo de todos estes anos - Povo da Roda Fundeira, Relva da Mó e seus amigos. A nossa Casa serve para isto, para manter as aldeias unidas, para que possamos continuar a conhecer-nos, a gostarmos de estar juntos, a saber conviver e manter este espírito de começar a petiscar depois da Missa e só parar às 4 da manhã.

Foi um bom mote para o início deste ano. Vamos continuar? Afinal, para além de 80 anos...também deveremos festejar 500....

Um abraço.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira - 80 anos!

Fez hoje 80 anos. Assim o diz a acta lavrada do encontro citadino de 13 conterrâneos determinados em contribuir para o desenvolvimento local. Se estivéssemos na América, talvez lhes chamássemos "Pais Fundadores". Aqui, são os Sócios Fundadores da Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira.

Aos 11 dias do mês de Fevereiro de 1934, no Beco do Chanceler, em Lisboa, juntou-se um grupo de pessoas e 13 foram os nomes registados na constituição dos corpos sociais da CMRF. A missão era clara: “se destina atrazer a agua potável para abastecer a referida povoação“. Foi assim que escreveram.

Eles foram os primeiros a arregaçar as mangas. E o povo da aldeia arregaçou-as com eles. E, melhor de tudo, mantiveram-nas arregaçadas depois de cumprida esta missão, este primeiro objectivo de muitos.


Aos 13 dias do mês de Fevereiro de 1934 foram registados os estatutos da CMRF, os mesmos que se mantêm até hoje. 80 anos podem retirar-lhes actualidade, mas acrescentam-lhe valor pela riqueza de espírito neles contida em tempos complexos. Começou ali uma história repleta de estórias. Feita de pessoas, com tudo o que faz delas pessoas. 

80 é um número bem redondo, cheio, gordo. É bonito. É de orgulho. 

E ainda cresce. A cada dia que um de nós pensa "e se..." e também arregaça as mangas, quer o nome fique registado no livro de actas ou não. Todos damos quando voltamos à nossa aldeia, quando arrumamos a nossa casa, quando limpamos o nosso quintal ou a nossa testada. Quando vamos à festa ou ao almoço. Quando fazemos a festa ou o almoço. Quando mergulhamos. Quando rimos juntos, petiscamos juntos, bebemos juntos, sonhamos juntos. Quando continuamos juntos a construir uma aldeia de casas e campos, de ideias e lembranças, de planos.

Todos contribuímos, ou podemos contribuir. É só querermos. É só continuarmos a querer. 

José Joaquim Coelho    Herculano Henriques     José Maria Lopes    António Maria Pedro

Manuel Henriques Estevam   Manuel Lopes   Artur Lopes  João Joaquim Coelho  João Lopes Bernardo

António Joaquim Coelho     José Maria Barata      António Tomás    Manuel das Neves

Eles foram os primeiros. Muitos lhes sucederam. Vamos continuar esta obra?

Parabéns Comissão de Melhoramentos de Roda Fundeira. 
Parabéns a todos os Rodafundeirenses, Relvadamodenses e muitos amigos que ao longo desta vida se envolveram e gostaram.

Vamos festejar?
Um abraço!

domingo, 19 de janeiro de 2014

Assembleia Geral da Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira - Sábado!

É já no final desta semana.

São chamados a participar todos os naturais das nossas aldeias, sócios da Comissão de Melhoramentos ou que queiram vir a ser. De vez em quando, o blog assume esta função de veículo informativo sobre as actividades da Comissão e, por esse motivo, apelamos à boa cidadania de cada um: tragam assuntos para trocarmos ideias que enriqueçam a nossa terra. 

Deixo-vos a convocatória para a Assembleia Geral da Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira. 




É já no final da semana, sábado. Dia 25. Apareça.

Um abraço.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Bom Natal! Boas Festas! Bom 2014!

Este ano fiz azevias. Não são doces da nossa terra, mas desde que provei as da D. Julieta que me lembro delas no Natal. Sou pouco gulosa, nesta altura, sou...

O dia não foi mais especial que noutros almoços de família. Esta foi a análise profunda que a mais pequena cá de casa fez ao final do 25. "Nem parecia Natal, mãe!". Sorri. Vai levar anos a entender este meu sorriso, mas tinha pensado o mesmo meia-hora antes, entre pratos para lavar, na cozinha. O facto de não haver grande diferença, permite-me achar que tenho o privilégio de ter a família comigo, perto. No Natal trocamos umas prendas, poucas porque gostamos de manter ideias claras e costumes mais realistas, dos antigos. Também fazemos uns doces diferentes e damo-nos o direito de nos empanturrarmos com eles...esta é a verdadeira diferença do Natal. Também são feitos 3 ou 4 telefonemas a dizer que nos lembrámos. E pronto. E é bom que seja o natural.

Não me deixei desiludir com o comentário perspicaz e partilhei a minha ideia sobre o assunto. Tive um sorriso de volta e um pedido: "não voltes a fazer o bolo-rei!". Tenho de arranjar uma receita mais... de bolo rei. Esta, concluímos, seria de um bolo frutista cristalizado. Mas cumpriu o objectivo de nos unir em torno de algo novo. Mesmo que para o criticarmos e rirmos da tentativa falhada. Mais ou menos.

Este ano, fiz uma coisa diferente na manhã de Natal. Fiz questão de ouvir a benção "Urbi et orbi" de Sua Santidade, o Papa Francisco. Dou por mim a gostar dele. Talvez fossem mais assim e tivesse crescido bem mais católica do que sou. Praticante, entenda-se. O Papa Francisco fala como se fosse meu vizinho. Mas um vizinho bem mais sábio que eu e, como tal, modesto e sem pretensões, daqueles que gostamos de ouvir à lareira com as suas histórias. Com a sua vida. Foi a primeira vez que ouvi a benção e não apenas vi a imagem, o ritual. Do que foi partilhado (não afirmado, instituído, ditado ou doutrinado...) ficou-me uma frase: "Deixem o vosso coração comover-se!". 

E comovi-me. Porque foi em apelo de igual e não de superior. Porque foi o meu suposto vizinho que falou, embora que envergando umas vestes brancas e gerindo um poder e uma riqueza que não consigo medir.. Foi alguém não muito distante de mim, da minha realidade, que concluiu uma das suas histórias com esta frase... como se segurasse uma tenaz e fosse virar as brasas na fogueira. Porque, desta vez, senti o que ele disse. Porque, desta vez, o que ele disse fez-me sentir... e é isso que espero de um Papa: uma mensagem que me faça sentir, que me faça sentido.

Numa altura de balanços e promessas para um novo ano, este é melhor voto que vos posso deixar:

Em 2014, deixem o vosso coração comover-se!!! pode ser que faça a diferença...


Um abraço! E até para o ano!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Torneios 2013

Fazem parte da tradição, os nossos torneios. Chinquilho, que é como quem diz "a malha", sueca, ping-pong ou ténis de mesa, matraquilhos e snooker. O habitual. 

Com tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo - planear almoço, carregar mesas e bancos, loiças, comidas, acolher artistas, montar aparelhagem, manter os serviços habituais - às vezes tenho dúvidas que consigamos acabar os torneios a tempo. Mas também.... já vai sendo hábito disputar a final do chinquilho à 01h00 da manhã... ou adiar a final da sueca por já não haver luz suficiente no Complexo de Lazer da Foz Palheiros para a terminar... tudo temperos para boas histórias.



A entrega dos troféus foi feita, para variarmos um pouco, numa tarde ensolarada, no último dia do programa de festas. Juntámo-nos na Eira Nova para o café após o almoço, e distribuíram-se os troféus que, como se pode ver, continuam originais e bem evocativos da Roda Fundeira. E, claro, praxámos os "estrangeiros" presentes, caloiros nestas andanças, chamados ao serviço e que se destacaram no cumprimento do dever. Se há fotografias a tirar...onde está o fotógrafo? Quase que se pode ouvir: Óh Maariiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaa!!!!


Os prémios deste ano...  entregues pelo Presidente e Vice-presidente da Direcção, Rui Neves e João Silva, e pela Secretária da Assembleia geral, Cristina Coelho.


Sueca: 1ºs classificados: António Neves e Carlos Simões.
Carlos, entregou a telha ao Pisco?


Sueca: 2ºs classificados: Ataíde António e Jaime Claro



Chinquilho: 1ºs classificados: António Amaral e David Amaral
Quem??? Não pode ser... temos várias equipas campeãs cá na terra... foram mesmo eles? Pronto, então que venha a esposa/nora para alegrar mais a foto....




Chinquilho: 2ºs classificados: Jaime Claro e Rui Farlens
Jaime...nós sabemos... o Miguel não quis ficar na rua, não foi?...


Matraquilhos: 1ºs classificados: Rui Farlens e Tiago Farlens (um regresso ao fim de 6 anos!!!!)

Matraquilhos: 2ºs classificados: Paulo Maio e Hugo Lima
Esta equipa dá luta! O prémio chegou-lhes posteriormente...


Snooker: 1º classificado: David Amaral


Snooker: 2º classificado: Paulo Maio
O Paulo não estava, mas o prémio foi entregue!Como, aliás, também já vem sendo habitual...


Ping-Pong: 1º classificado: Hélio Cleto
Ó David.... até aqui??? O que fizeste ao Hélio?... Gostaste mesmo de tirar a foto...


Ping-Pong: 2º classificado: Pedro Coelho


 Já lá vai tempo em que tínhamos algo de que eu particularmente gostava, os torneios intercomissões. Fazíamos campeonatos quase a duplicar pois, ao torneio dito "normal", acrescentava-se a disputa entre equipas representantes das colectividades das aldeias vizinhas. Apimentado pelas respectivas rivalidades, estes costumavam ser renhidos e dar origem a desforras, com risos e troças, com despiques e abraços de bom desportivismo. 

Mas o que verdadeiramente conseguíamos com estes torneios era a troca de visitas entre aldeias, era criar a facilidade de voltarmos àquela terra em que já estivemos, onde já sabemos onde é o bar, ou o rio, ou onde já conhecemos 2 ou 3 caras que nos receberam bem. O que verdadeiramente conseguíamos era promover conversas entre os dirigentes associativos, trocando experiências de trabalho, planos ou sonhos, construindo valor para a região ao se planearem projectos comuns. O que verdadeiramente se conseguia, nunca perdendo a identidade da nossa aldeia, da camisola que temos de bem defender, era manter uma identidade da região, mais alargada, com maior conhecimento das terras, das gentes, dos viveres e potencialidades, que permitisse pensar de forma mais ampla em desenvolvimento necessário àquela zona. E isso... faz falta.

Até breve.

PS- Obrigada Maria Oliveira, pelas fotos que nos faltavam senão fosses tu!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

I Jogos de Água da Ribeira do Sinhel - 2013

Este ano demos início ao que esperamos se torne uma nova tradição - os Jogos de Água da Ribeira do Sinhel. Com a primeira edição, foi lançado o desafio aos concorrentes de se atirarem à àgua às 10h00 da manhã... claro que os Jurí de Prova deram o exemplo e, uma hora antes, estavam a testar a temperatura, a ajustar o termostato e a montar o equipamento necessário para os Jogos. Estava fresquinha... mas com um dia de 40ºC até sabe bem!

Como foi? Claro que havia um regulamento... mas ninguém leu... por isso foi preciso repetir instruções e fazer demonstrações, e garantir-lhes que eram capazes... juventude de pouca fé, que achava sempre tudo difícil!!!! Isto, claro, até soar o apito...



 








O nosso espectacular quadro electrónico, com a demo dos jogos e o registo das pontuações das equipas, ferramenta imprescindível!....



À tarde repetiram-se dois duas das provas, numa demonstração dos I Jogos de Água da Ribeira do Sinhel para os representantes da CM de Góis. O resultado foi elogiado no discurso da entrega dos prémios, ficando já no ar um convite/proposta de participação com uma equipa no próximo ano...




Os vencedores, numa luta renhida!




Mais um exemplo de tudo o que podemos fazer no Complexo de Lazer da Foz Palheiros. Na altura ainda estava assim, verdejante... daqui por um par de anos estará mais disfarçado o negro.... Mas a ribeira, clara, fresca e limpa, continua lá, ao serviço de toda a região, em lazer... e no combate aos fogos!



Completa mais uma peça que faltava na revista do ano de 2013....
Até breve!