segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Churrascada

No passado sábado realizou-se a aguardada churrascada que assinalou a inauguração das obras de remodelação da Eira Nova. Para os que lá estiveram, e para os que não estiveram e gostavam de ter estado, deixo aqui uma amostra daquele que foi mais um dia de alegre convívio na RF.

O São Pedro não foi tão generoso quanto desejavamos, mas não foi o tempo que impediu cerca de noventa pessoas de estarem presentes



As relações cordiais entre a Junta de Freguesia de Alváres e a Comissão de Melhoramentos da Roda Fundeira ficaram registadas nesta fotografia, com o cumprimento entre os dois presidentes



Copo, sorriso e boa disposição não faltaram...





O que também não faltou (nem podia faltar!) foi a sueca





Não é que estivesse muito calor, mas sede havia muita...







Para ajudar a aquecer, o jovem Gonçalo puxou dos galões (ou melhor, dos dedos) e ao som do corridinho



ou do "apitó comboio" pôs a malta a dançar





O presidente mobilizou os presentes para o leilão, e as participações foram generosas





No reabastecimento nocturno, a sopa fez sucesso





A nova iluminação veio dar outro brilho à casa



Como em todas as festas à sempre os últimos a sair, estes senhores eram os donos do carro vassoura...



Resumindo, foi um sucesso!

Até breve.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Sardinhada 2007

Em vésperas de mais um convívio na RF vou deixar aqui mais alguns retratos do último almoço de convívio que fizemos, uma sardinhada em Junho de 2007.

Seja com estas fotos ou não, seja no S. Martinho ou no S. João, hà garantia de boa disposição! Estou feito num poeta!!!!!!!!!!!!!!!!














Até breve.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Últimas Vagas!!!

Atenção amigos!
Relembramos que a primeira grande almoçarada do ano é já no próximo sábado, 23 de Fevereiro, em Roda Fundeira, com direito a bailarico e lanche.
A todos os que ainda não reservaram, façam favor de ligar ou enviar um e-mail este fim-de-semana.
António Lomba: 235581406 David Amaral: 939661958 Cristina Coelho: 918693442
roda_fundeira@hotmail.com
Aos que já confirmaram a sua presença, estamos ansiosos por vos encontrar!
A Casa do Centro renovada aguarda-nos. Já espreitaram o post anterior?
Até lá!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Obras Eira Nova III

Após mais uma escapadinha à RF, deixo aqui mais alguns retratos do andamento das obras, as previsões apontam para que até ao fim desta semana fiquem prontas.

Tanto no interior como no exterior a confusão ainda se faz notar, mas como podem ver já estão em fase de pinturas.












Como a minha profissão não é fotógrafo, e como eu também queria ficar na fotografia abaixo, mandei a máquina tirá-la sozinha (modernices!), e ela correspondeu.

O que antecedeu esta foto, foi o descarregar de umas pedras (que o Amídio ofereceu) para a churrasqueira e um almoço bem comido e bem regado, o resto já sabem, foi o roteiro habitual quando chegam turistas à RF.




Até breve.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Mastro

No seguimento da msg anterior, e antes de vos trazer fotos recentes do andamento das obras, quero partilhar convosco uma história. Conta-se que à muitas décadas atrás (penso que no Carnaval??) os homens da Roda Fundeira cortavam um pinheiro bem alto, levavam-no para a Eira, atavam-lhe mato à volta e faziam uma cruz no cimo, onde atado com um cordel punham um cântaro com um gato lá dentro, exactamente, um gato lá dentro. Depois deste ritual de preparação erguia-se o mastro (o buraco na Eira mantinha-se de ano para ano) e acendia-se o fósforo. Hoje provavelmente a protecção dos animais tornaria isto num escândalo nacional, mas naquela tempo não havia protecção dos animais muito menos televisão...
Depois de lhe chegar o fósforo era só esperar o mato arder pelo mastro acima até queimar o cordel e esperar que o cântaro caísse cá em baixo para ver o gato fugir para onde estava virado. Agora vou tentar pôr-me na pele do gato - meterem-me à força num sítio escuro, sentir a temperatura a subir, o pelo a aquecer e depois cair de uma altura de vários metros e sentir o estrondo do cântaro a partir, eu também fugia a sete pés nem sei bem para onde, provavelmente emigrava e não sei se voltava...não fossem as sete vidas a vida de gato não era fácil.

Depois do cântaro cair dava-se início ao arraial.

Este é mais um relato de tradições antigas, que agora é possível partilhar com todos através do blog.

Até breve.